Oração da Gestalt

“Eu sou eu.
Você é você.
Eu faço as minhas coisas, você faz as suas.
Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas,
e você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas.
Você é você, eu sou eu.
E se por acaso nos encontrarmos, é lindo.
Se não, não há nada a fazer.”

Eu faço minhas coisas e você faz as suas.
Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas,
e você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas.
Você é você e eu sou eu.

Falto a mim mesmo quando, na tentativa de agradar você,
traio a mim mesmo.
E falto a você quando tento fazer
com que você seja como eu gostaria.

Se eu faço unicamente o meu e você o seu,
corremos o risco de perdermos um ao outro,
e também a nós mesmos.

Não estou neste mundo para preencher suas expectativas,
mas para me confirmar a você como um ser humano único —
e para ser confirmado por você.

Eu sou eu, um ser completo, ainda que inacabado.
Você é você, um ser completo, ainda que inacabado.

Somos plenamente nós mesmos
somente em relação um ao outro.

E se, apesar de tudo, nos encontramos,
é porque conseguimos respeitar aquilo que cada um é.

Eu não lhe encontro por acaso.
Encontro você mediante uma vida atenta,
em vez de permitir que as coisas simplesmente me aconteçam.

Posso agir intencionalmente
para que os encontros aconteçam.

Devo começar comigo mesmo — é verdade —
mas não devo terminar aí.

A verdade começa a dois.

.

.

Texto de Fritz Perls considerado como a “Oração da Gestalt” –
versão ampliada pela comunidade de estudos em Gestalt

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